Responsabilidade Socio Cultural Alfa Atlântica
Responsabilidade Socio Cultural Alfa Atlântica
A Alfa Atlântica promove o desenvolvimento pessoal e coletivo dos trabalhadores em suas obras, contribuindo para o fortalecimento de questões ligadas à cidadania, sustentabilidade, saúde mental e cultura. Como atividade central, montamos um Ateliês de Arte e Humanidades dentro dos canteiros de obras onde os operários protagonizam os encontros e workshops em conjunto com profissionais das áreas das artes, filosofia e educação socioambiental, visando a qualidade de vida no cotidiano de trabalho e a construção de valores sustentáveis.
As atividades acontecem dentro do horário de trabalho, valorizando o trabalhador também como produtor de conhecimento, para além de construtor de paredes. O canteiro de obras então passa a ser um espaço de troca de conhecimento onde o “ensinar e aprender” convertem-se em responsabilidade coletiva, fortalecendo a relação entre os trabalhadores e o local onde vivem e trabalham.
A Alfa Atlântica promove o desenvolvimento pessoal e coletivo dos trabalhadores em suas obras, contribuindo para o fortalecimento de questões ligadas à cidadania, sustentabilidade, saúde mental e cultura. Como atividade central, montamos um Ateliês de Arte e Humanidades dentro dos canteiros de obras onde os operários protagonizam os encontros e workshops em conjunto com profissionais das áreas das artes, filosofia e educação socioambiental, visando a qualidade de vida no cotidiano de trabalho e a construção de valores sustentáveis.
As atividades acontecem dentro do horário de trabalho, valorizando o trabalhador também como produtor de conhecimento, para além de construtor de paredes. O canteiro de obras então passa a ser um espaço de troca de conhecimento onde o “ensinar e aprender” convertem-se em responsabilidade coletiva, fortalecendo a relação entre os trabalhadores e o local onde vivem e trabalham.





O projeto é percebido pelos operários como um momento de pausa, que prioriza o uso de diferentes inteligências, pouco exploradas no dia à dia do trabalho. Esse estímulo ajuda o operário a se comunicar melhor com as pessoas e a ampliar a capacidade de enxergar à solução das coisas. Há muitos relatos de operários referenciando a iniciativa como algo que os ajuda a “ter mais idéias”. Isso sugere um aumento da criatividade. Esses resultados experimentados se apóiam em uma reflexão crítica sobre à realidade do ambiente em que estão inseridos, tornando-lhes gradualmente conscientes e capazes em transformar sua própria vida e ajudar no crescimento de outras pessoas.
A complexidade dessas questões, pertinentes não só ao programa SocioCultural da Alfa Atlântica, mas a todos os processos de regeneração social, implica na utilização de novas metodologias e estratégias de ação. Desta forma, temos a intenção de construir uma nova realidade à partir da re-significação dos ambientes de trabalho, ofertando aos operários uma experiência criativa, diversa, que potencia seus conhecimentos, suas competências e a sua autoestima.
O projeto é percebido pelos operários como um momento de pausa, que prioriza o uso de diferentes inteligências, pouco exploradas no dia à dia do trabalho. Esse estímulo ajuda o operário a se comunicar melhor com as pessoas e a ampliar a capacidade de enxergar à solução das coisas. Há muitos relatos de operários referenciando a iniciativa como algo que os ajuda a “ter mais idéias”. Isso sugere um aumento da criatividade. Esses resultados experimentados se apóiam em uma reflexão crítica sobre à realidade do ambiente em que estão inseridos, tornando-lhes gradualmente conscientes e capazes em transformar sua própria vida e ajudar no crescimento de outras pessoas.
A complexidade dessas questões, pertinentes não só ao programa SocioCultural da Alfa Atlântica, mas a todos os processos de regeneração social, implica na utilização de novas metodologias e estratégias de ação. Desta forma, temos a intenção de construir uma nova realidade à partir da re-significação dos ambientes de trabalho, ofertando aos operários uma experiência criativa, diversa, que potencia seus conhecimentos, suas competências e a sua autoestima.





Parcerias para o Desenvolvimento
Parcerias para o Desenvolvimento
UMINHO
A Universidaddo Minho - EAAD (Escola de Arquitetura, Arte e Design), e a Construtora Alfa Atlântica dão início a um projeto de inovação sociocultural com foco na prática artística e na interdisciplinaridade entre as áreas da arquitetura, arte e design. Neste contexto se juntam operários, alunos, professores e artistas, com a intenção de gerar conhecimento a partir das relações interpessoais criadas no cotidiano das obras, ampliando as possibilidades de nos tornarmos cada vez mais conectados com o mundo e com nós mesmos.
A Universidaddo Minho - EAAD (Escola de Arquitetura, Arte e Design), e a Construtora Alfa Atlântica dão início a um projeto de inovação sociocultural com foco na prática artística e na interdisciplinaridade entre as áreas da arquitetura, arte e design. Neste contexto se juntam operários, alunos, professores e artistas, com a intenção de gerar conhecimento a partir das relações interpessoais criadas no cotidiano das obras, ampliando as possibilidades de nos tornarmos cada vez mais conectados com o mundo e com nós mesmos.





Parcerias para o Desenvolvimento
CIAJG
As cidades devem ter um papel fundamental na educação para a cidadania e na construção da cultura de um povo. Este desafio nos moveu a encontrar parcerias que poderiam ampliar a prática do que nós na Alfa Atlântica tomamos a liberdade em chamar de "acupuntura urbana", conceito que potencia a perceção das pessoas sobre a cidade, disparando um processo de transformação e consolidação das localidades em que estão inseridas. Dito isto, nada mais oportuno do que concretizarmos uma parceria com o CIAJG (Centro Internacional das Artes José Guimarães), equipamento sociocultural situado na cidade de Guimarães. A parceria leva ao público o conhecimento do acervo do CIAJG por meio de ampliações da obra do artista José de Guimarães, que são exibidas nas fachadas do estaleiros. Com isso fortalecemos a parceria público privado, e explodimos as fronteiras entre o "museu" e a cidade, ampliando conhecimento e fomentando a formação de público para as artes.
"As obras de arte não são feitas para estar engaioladas. Há que fazê-las viajar."
- José Guimarães




